quinta-feira, 4 de março de 2010

Procurado pela Justiça é morto a tiros no Jardim Novo Mundo

Fonte: Folha de Votorantim


Evadido do Centro de Detenção Provisória de Belém 2, em São Paulo, e com processos na Justiça por roubo, furto, estelionato, receptação, tráfico e formação de quadrilha, o tapeceiro Willian José de Carvalho, 42, foi morto a vários tiros na frente de sua casa, no Jardim Novo Mundo, na tarde de anteontem.


Quando a Polícia Militar chegou ao local, por volta das 15 horas de ontem, Willian estava caído na rua, já sem vida. Consta no boletim de ocorrência que ele estava com diversas perfurações causadas por disparos de arma de fogo, mas o documento não informa em que partes do corpo ele foi atingido nem a quantidade de disparos.


No local também funciona a tapeçaria onde Willian trabalhava, pertecente a seu pai, J.C.C., 71, que estava perto do filho no momento do crime, mas não chegou a presenciar a ação e não viu os autores. Ambos estariam consertando um guarda-roupa, na entrada do estabelecimento. Os disparos teriam sido efetuados no momento em que ele havia entrado na tapeçaria para pegar pregos. J. correu para a rua, mas quando chegou os autores já tinham evadido.


A delegada Maria Sílvia Fonseca Joly, acompanhada de investigadores, foi ao local do crime, mas não chegou a encontrar alguma testemunha presencial.

Terceiro do ano

O homicídio ocorrido anteontem no Jardim Novo Mundo foi o terceiro do ano registrado na cidade. O primeiro foi em 6 de fevereiro, quando o pedreiro José Germano dos Santos, 54, levou um tiro nas costas, no Jardim Tatiana, bairro onde vivia. O crime aconteceu na rua Dez, próximo à Ceagesp (Companhia de Entrepostos e Armazéns Gerais de São Paulo) de Sorocaba.
Na madrugada do último dia 23, o adolescente Romerson Policarpo da Silva, 16, morreu com um tiro na barriga no Jardim São Lucas. Natural de Alagoas, ele vivia em Votorantim há cerca de um mês, na casa do tio.


Ano passado, a cidade registrou, nos primeiros três meses, sete homicídios dolosos (cinco em janeiro, um em fevereiro e um em março).


A Polícia Civil investiga os casos. Quem souber de informações pode ajudar pelos telefones 181 (Disque-Denúncia) ou 3243-1361 (Delegacia Central), com a garantia de sigilo.

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