Notícia publicada na edição de 15/09/2011 do Jornal Cruzeiro do Sul, na página 003 do caderno C
Por: Pedro Negrão
Passava das 17h de terça-feira e uma pequena junção de pessoas, bem no coração da avenida 31 de março, em Votorantim, logo virou um aglomeração. Entre curiosos que foram até o local para conferir quem e o que era o show do artista norte-americano Daniel Higgs, dentro da programação do projeto "Circuito Gerador", misturavam-se ainda vendedores de picolé, atendentes de farmácias, mães apressadas e outro desavisados, mas curiosos.
Além dos passantes, os motoristas em trânsito também interagiram com o músico e o público, bastante curioso para conhecer o trabalho do artista de cabelos longos e brancos e tatuagens espalhadas pelas mãos.
Sentado em um banco, em meio à calçada e ladeado por dois geradores elétricos, Higgs, em seu vestuário, música, filosofia e trejeitos, sintetizava a máxima do projeto, uma parceria entre o coletivo cultural Rasgada Coletiva e a Secretaria de Cultura de Votorantim, que tem como objetivo levar música ao público em locais alternativos, com o auxílio apenas de dois geradores elétricos.
Em rápida turnê no Brasil desde sábado, o músico nascido na década de sessenta em Baltimore, Estados Unidos, está aproveitando a primeira visita ao País não apenas para mostrar seu trabalho mas também conhecer e consumir música brasileira.
Higgs, que iniciou sua carreira com a banda de hardcore/punk Reptile House e passou pela banda Lungfish de 1988 até 2005, hoje está em carreira solo e trocou a guitarra pelo banjo. Ele já elegeu o que mais gostou na música brasileira: os instrumentais Uakti e Baden Powell. "Achei incrível", comentou ele sobre os músicos.
Pela inspiração
Ele se arriscou pouco com a língua e em bom inglês fez alguns comentários e agradeceu ao público. Fez um show mais instrumental, com poucas canções cantadas, mas agradou com o som do instrumento, muito usado na música folk, tão norte-americana quanto ele.
Do hardcore para uma música inclassificável, com nuances de orientalismo - que segundo ele não é influência apenas musical mas também de filmes -, Higgs deixa claro que a troca de um instrumento para outro ocorreu de forma natural. "Um amigo me emprestou um banjo e achei meu instumento." E o motivo de tal troca? "Ele fala mais", pondera o artista que além das canções se arrisca também nas artes plásticas e na poesia. "Nada é planejado, o que sinto mais vontade de fazer na hora, eu faço", explica.
Além dos passantes, os motoristas em trânsito também interagiram com o músico e o público, bastante curioso para conhecer o trabalho do artista de cabelos longos e brancos e tatuagens espalhadas pelas mãos.
Sentado em um banco, em meio à calçada e ladeado por dois geradores elétricos, Higgs, em seu vestuário, música, filosofia e trejeitos, sintetizava a máxima do projeto, uma parceria entre o coletivo cultural Rasgada Coletiva e a Secretaria de Cultura de Votorantim, que tem como objetivo levar música ao público em locais alternativos, com o auxílio apenas de dois geradores elétricos.
Em rápida turnê no Brasil desde sábado, o músico nascido na década de sessenta em Baltimore, Estados Unidos, está aproveitando a primeira visita ao País não apenas para mostrar seu trabalho mas também conhecer e consumir música brasileira.
Higgs, que iniciou sua carreira com a banda de hardcore/punk Reptile House e passou pela banda Lungfish de 1988 até 2005, hoje está em carreira solo e trocou a guitarra pelo banjo. Ele já elegeu o que mais gostou na música brasileira: os instrumentais Uakti e Baden Powell. "Achei incrível", comentou ele sobre os músicos.
Pela inspiração
Ele se arriscou pouco com a língua e em bom inglês fez alguns comentários e agradeceu ao público. Fez um show mais instrumental, com poucas canções cantadas, mas agradou com o som do instrumento, muito usado na música folk, tão norte-americana quanto ele.
Do hardcore para uma música inclassificável, com nuances de orientalismo - que segundo ele não é influência apenas musical mas também de filmes -, Higgs deixa claro que a troca de um instrumento para outro ocorreu de forma natural. "Um amigo me emprestou um banjo e achei meu instumento." E o motivo de tal troca? "Ele fala mais", pondera o artista que além das canções se arrisca também nas artes plásticas e na poesia. "Nada é planejado, o que sinto mais vontade de fazer na hora, eu faço", explica.

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