Notícia publicada na edição de 15/12/2011 do Jornal Cruzeiro do Sul, na página 009 do caderno A
Regina Helena SantosEm Votorantim, ambulância do Samu aguarda criação do serviço - Por: ARQUIVO JCS/LUIZ SETTI
A Secretaria Municipal de Saúde de Sorocaba realiza hoje duas reuniões, na sede da Escola de Gestão Pública "Dr. José Caetano Graziosi", com o objetivo de tentar encaminhar e definir critérios para a implantação do serviço de atendimento de urgência e emergência na região de Sorocaba. O primeiro encontro, às 9h, será entre representantes da Prefeitura de Sorocaba, do Ministério da Saúde, do Conjunto Hospitalar de Sorocaba (CHS), da Santa Casa e do Departamento Regional de Saúde com o objetivo de definir as referências de implantação do Samu Regional em relação à retaguarda hospitalar. À tarde, a partir das 13h, será a vez de reunir representantes de todos os municípios interessados no projeto para esclarecer sobre o andamento das tratativas junto aos órgãos federal e estadual e apresentar a forma de funcionamento do serviço.
O Ministério da Saúde estipulou o final de fevereiro de 2012 como prazo para que os municípios envolvidos no projeto de implantação do Samu Regional se organizem e promovam a efetivação do serviço, sob pena de terem que devolver as ambulâncias que já receberam. A decisão foi confirmada pela assessoria de imprensa do órgão, que informou que estão sendo realizadas visitas técnicas e reuniões com o objetivo de ajudar no impasse para o início do atendimento regional a urgências e emergências. Na região de Sorocaba, o Samu Regional foi anunciado em fevereiro deste ano e apesar dos municípios interessados já terem recebido os veículos -- Alumínio, Araçoiaba da Serra, Araçariguama, Capela do Alto, Ibiúna, Iperó, Mairinque, Pilar do Sul, Piedade e Votorantim, além de Sorocaba -- o projeto não caminhou. O responsável pela futura gestão regional do serviço, o secretário municipal de Saúde de Sorocaba, Ademir Watanabe, já sinalizou que não implantará a central na cidade enquanto não houver alternativas de suporte, para recebimento dos pacientes, além dos atuais prontos-socorros do Conjunto Hospitalar de Sorocaba (CHS) e da Santa Casa.
Segundo o órgão federal, o interesse em viabilizar a implantação do Samu Regional vai além de proporcionar um serviço de urgência e emergência que atenda não somente uma cidade, mas uma região inteira -- no caso da de Sorocaba, com cerca de 1 milhão de habitantes. A intenção é dar o primeiro passo para a implantação da Política Nacional de Atenção às Urgências, cujo objetivo é promover o incentivo financeiro para adequação da área física das Centrais de Regulação Médica de Urgência em estados, municípios e regiões de todo o território nacional. A meta é tratar os assuntos relativos à saúde (números, índices e controle de atendimento) por região para fortalecer os serviços que vão desde os atendimentos nas Unidades Básicas de Saúde até as mais complexas redes de urgência e emergência. O Ministério confirma que fará as tentativas e dará apoio para que o projeto vingue até fevereiro. Se isso não acontecer, as ambulâncias, que hoje estão paradas nas cidades da região, serão recolhidas e destinadas a outras localidades.
O Ministério da Saúde estipulou o final de fevereiro de 2012 como prazo para que os municípios envolvidos no projeto de implantação do Samu Regional se organizem e promovam a efetivação do serviço, sob pena de terem que devolver as ambulâncias que já receberam. A decisão foi confirmada pela assessoria de imprensa do órgão, que informou que estão sendo realizadas visitas técnicas e reuniões com o objetivo de ajudar no impasse para o início do atendimento regional a urgências e emergências. Na região de Sorocaba, o Samu Regional foi anunciado em fevereiro deste ano e apesar dos municípios interessados já terem recebido os veículos -- Alumínio, Araçoiaba da Serra, Araçariguama, Capela do Alto, Ibiúna, Iperó, Mairinque, Pilar do Sul, Piedade e Votorantim, além de Sorocaba -- o projeto não caminhou. O responsável pela futura gestão regional do serviço, o secretário municipal de Saúde de Sorocaba, Ademir Watanabe, já sinalizou que não implantará a central na cidade enquanto não houver alternativas de suporte, para recebimento dos pacientes, além dos atuais prontos-socorros do Conjunto Hospitalar de Sorocaba (CHS) e da Santa Casa.
Segundo o órgão federal, o interesse em viabilizar a implantação do Samu Regional vai além de proporcionar um serviço de urgência e emergência que atenda não somente uma cidade, mas uma região inteira -- no caso da de Sorocaba, com cerca de 1 milhão de habitantes. A intenção é dar o primeiro passo para a implantação da Política Nacional de Atenção às Urgências, cujo objetivo é promover o incentivo financeiro para adequação da área física das Centrais de Regulação Médica de Urgência em estados, municípios e regiões de todo o território nacional. A meta é tratar os assuntos relativos à saúde (números, índices e controle de atendimento) por região para fortalecer os serviços que vão desde os atendimentos nas Unidades Básicas de Saúde até as mais complexas redes de urgência e emergência. O Ministério confirma que fará as tentativas e dará apoio para que o projeto vingue até fevereiro. Se isso não acontecer, as ambulâncias, que hoje estão paradas nas cidades da região, serão recolhidas e destinadas a outras localidades.

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