Notícia publicada na edição de 28/04/2012 do Jornal Cruzeiro do Sul, na página 8 do caderno A
O
mestre de obras Vandevaldo Santos de Oliveira, 32 anos, que havia
fugido com a sobrinha de 11 anos para o Paraguai, e que foi preso no
último dia 17 numa cidade do Mato Grosso do Sul, foi apresentado ontem à
imprensa de Sorocaba. Num trabalho da Delegacia de Defesa da Mulher
(DDM) de Votorantim - onde acusado e vítima moravam -, com apoio do
Grupo Antissequestro (GAS), ele chegou em Sorocaba quinta-feira à noite.
De acordo com o delegado Rodrigo Ayres, do GAS, Vandevaldo foi casado
com uma tia da menina e há dois anos está separado. Segundo o apurado, a
família da garota teria descoberto o relacionamento entre ambos, em
meados de fevereiro, quando então foi registrado, na DDM de Votorantim,
um boletim de ocorrência de estupro. Porém, em março a menina
desapareceu, e, coincidentemente, ele também deixou a cidade, tendo
inclusive pedido demissão do trabalho. Nessa ocasião, a família da
menina fez outro B.O., dessa vez no plantão policial, de
desaparecimento.
Como o desaparecimento envolvia criança, a ocorrência foi para a DDM, e a delegada daquela unidade, Adriana Souza Pinto, solicitou à Justiça o mandado de prisão temporária, concedido pela juíza Karka Peregrino Sotilo, e pediu apoio do GAS para ajudar a descobrir o paradeiro do casal. O serviço de inteligência do Grupo descobriu que os dois estavam morando em Pedro Juan Caballero, no Paraguai, e ficaram monitorando-os até cruzarem a fronteira do Brasil. Com uma oferta de emprego em território nacional, o mestre de obras deixou a cidade paraguaia, sendo detido numa estrada vicinal da cidade de Deodápolis (MS), que fica a três horas de Campo Grande.
No momento da prisão dele, a menina teria reagido com choro. Os dois viajavam numa van equipada com eletrodomésticos e colchões, como uma espécie de casa ambulante. A garota foi entregue pelo Conselho Tutelar aos cuidados de uma tia residente naquele Estado, devendo retornar para Votorantim dentro de alguns dias, sendo posteriormente submetida a exame de corpo de delito e avaliação psicológica. Vandevaldo não aceitou conversar com a imprensa, mas de acordo com o delegado Rodrigo Ayres, o mestre de obras teria afirmado tratar a sobrinha como namorada e não como filha, que é o que sugere a grande diferença de idade. O preso responderá por sequestro, e poderá também ser responsabilizado por estupro de vulnerável. Ele foi encaminhado para a cadeia de Pilar do Sul.
Como o desaparecimento envolvia criança, a ocorrência foi para a DDM, e a delegada daquela unidade, Adriana Souza Pinto, solicitou à Justiça o mandado de prisão temporária, concedido pela juíza Karka Peregrino Sotilo, e pediu apoio do GAS para ajudar a descobrir o paradeiro do casal. O serviço de inteligência do Grupo descobriu que os dois estavam morando em Pedro Juan Caballero, no Paraguai, e ficaram monitorando-os até cruzarem a fronteira do Brasil. Com uma oferta de emprego em território nacional, o mestre de obras deixou a cidade paraguaia, sendo detido numa estrada vicinal da cidade de Deodápolis (MS), que fica a três horas de Campo Grande.
No momento da prisão dele, a menina teria reagido com choro. Os dois viajavam numa van equipada com eletrodomésticos e colchões, como uma espécie de casa ambulante. A garota foi entregue pelo Conselho Tutelar aos cuidados de uma tia residente naquele Estado, devendo retornar para Votorantim dentro de alguns dias, sendo posteriormente submetida a exame de corpo de delito e avaliação psicológica. Vandevaldo não aceitou conversar com a imprensa, mas de acordo com o delegado Rodrigo Ayres, o mestre de obras teria afirmado tratar a sobrinha como namorada e não como filha, que é o que sugere a grande diferença de idade. O preso responderá por sequestro, e poderá também ser responsabilizado por estupro de vulnerável. Ele foi encaminhado para a cadeia de Pilar do Sul.
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