A Campanha Nacional de Vacinação contra o Sarampo e a Paralisia Infantil termina na próxima sexta-feira, dia 28. Em Votorantim, as treze Unidades Básicas de Saúde (UBSs) oferecem as doses 8h às 17h. No último sábado, 22 de novembro, chamado de Dia D da Vacinação, 550 crianças foram imunizadas contra o Paralisia, também chamada de Poliomielite, e 550 receberam a dose contra o Sarampo.
Desde o início da campanha, no dia 08 de novembro, 88,3% das crianças com indicação para receber a dose contra o Sarampo já foram atendidas (5.482 doses aplicadas) e 77,3% das crianças que devem ser vacinadas contra a Paralisia já compareceram (totalizando 5.450 doses). A meta estabelecida pelo Ministério da Saúde é vacinar, pelo menos, 95% do total que é de 6.204 crianças para o Sarampo e 7.050 crianças para a Paralisia.
A dose contra a Poliomielite é indicada para crianças com mais de seis meses e a vacina tríplice viral, que protege contra o sarampo, caxumba e rubéola, é para maiores de um ano. Em ambos os casos o limite da faixa etária vai até os cinco anos incompletos, ou seja, devem ser vacinadas as crianças menores de cinco anos, até quatro anos, onze meses e 29 dias.
Os pais e responsáveis não devem deixar de cumprir o compromisso importante de proteger os filhos contra essas doenças. Ao comparecer às UBSs até sexta-feira, é necessário levar a carteira de vacinação da criança para conferência e registro das doses. A secretária da Saúde de Votorantim, Izilda Maris Chiozzotto de Moraes, salienta que todas as equipes das UBSs estão orientadas e preparadas para orientar sobre as indicações das vacinas. Os pais que têm filhos na faixa etária indicada, devem procurar a UBS mais próxima de casa para protegerem seus filhos e contribuírem para que essas doenças não voltem a ser registradas no Brasil.
Controle e prevenção
A vacinação é uma estratégia reconhecidamente segura e eficaz no controle e prevenção de doenças. A paralisia infantil não tem casos novos no Braisl desde 1990, mas outros países continuam tendo contaminações e é preciso manter altos índices de imunização para evirtar a reintrodução do vírus no país.
Já o Sarampo não tem casos de contágio autóctone no Brasil desde 2000, mas os casos importados apontam que não se pode descuidar da prevenção. Em 2013 e 2014, foram registrados casos importados no país, com concentração em Pernambuco e Ceará. No mundo, em 2014, foram registrados 160 mil casos da doença e com o fluxo de turismo e comércio entre os países o risco de contaminação se eleva.
Secom
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