O atleta, discípulo do mestre Pako Oliveira (de Votorantim), nocauteou seu adversário no primeiro round da disputa
Os representantes da equipe Pakothai, do mestre Pako Oliveira, fizeram bonito no Mundial de Muay Thai, que aconteceu na cidade de Ayutthaya, na Tailândia. Michele Santana disputou a final contra uma tailandesa e perdeu a luta por pontos, conquistando o vice-campeonato, na categoria até 61 quilos. Já Vitor Morais nocauteou o iraniano Sajjad Huaez Hagaani no início do primeiro round, consagrando-se campeão mundial de muay thai, na categoria até 66 quilos.
Vitor já conhecia o mundial, no ano passado ele conquistou o segundo lugar no torneio. "A derrota na final do ano passado me motivou a intensificar os treinos para que agora eu pudesse ter um melhor desempenho. Sabia que estava bem preparado, mas a alegria que sinto agora é imensa e sou muito grato a todos que acreditaram em mim e me apoiaram nesse retorno", comemora o campeão.
O chute é um ponto forte do lutador, mas foi com o boxe que ele derrotou seu adversário. "O mestre Pako lapidou minhas técnicas de soco e esse foi um grande diferencial na hora da luta", conta. "Vitor é disciplinado e focado. Ele ficou bem decepcionado no ano passado e isso deu forças a ele para buscar se aprimorar em técnicas e condicionamento físico. Acreditava muito que ele voltaria com esse cinturão", elogia Pako.
Michele Santana, que fez sua estreia no torneio, acidentalmente cortou seu pé esquerdo meia hora antes da luta e, segundo ela, isso prejudicou seu desempenho no combate. "Sou canhota e por isso não consegui chutar muito bem. Mas estou feliz por ter disputado um título mundial na terra do muay thai, essa experiência me fez crescer como atleta", reflete a lutadora, que perdeu para a tailandesa Tanyaret Jikom, a mesma que foi derrotada na final do ano passado pela brasileira Cristiane Maria, outra aluna do mestre Pako.
"Fiquei muito feliz com o desempenho deles, Vitor entrou no ringue mais confiante, mostrando amadurecimento como pessoa e como lutador, Michele mostrou raça e garra, insistindo em lutar mesmo machucada. Ambos representaram muito bem nossa região e nosso País", aplaude Pako.
Juliana Ferraz
JF Assessoria de Imprensa
Os representantes da equipe Pakothai, do mestre Pako Oliveira, fizeram bonito no Mundial de Muay Thai, que aconteceu na cidade de Ayutthaya, na Tailândia. Michele Santana disputou a final contra uma tailandesa e perdeu a luta por pontos, conquistando o vice-campeonato, na categoria até 61 quilos. Já Vitor Morais nocauteou o iraniano Sajjad Huaez Hagaani no início do primeiro round, consagrando-se campeão mundial de muay thai, na categoria até 66 quilos.
Vitor já conhecia o mundial, no ano passado ele conquistou o segundo lugar no torneio. "A derrota na final do ano passado me motivou a intensificar os treinos para que agora eu pudesse ter um melhor desempenho. Sabia que estava bem preparado, mas a alegria que sinto agora é imensa e sou muito grato a todos que acreditaram em mim e me apoiaram nesse retorno", comemora o campeão.
O chute é um ponto forte do lutador, mas foi com o boxe que ele derrotou seu adversário. "O mestre Pako lapidou minhas técnicas de soco e esse foi um grande diferencial na hora da luta", conta. "Vitor é disciplinado e focado. Ele ficou bem decepcionado no ano passado e isso deu forças a ele para buscar se aprimorar em técnicas e condicionamento físico. Acreditava muito que ele voltaria com esse cinturão", elogia Pako.
Michele Santana, que fez sua estreia no torneio, acidentalmente cortou seu pé esquerdo meia hora antes da luta e, segundo ela, isso prejudicou seu desempenho no combate. "Sou canhota e por isso não consegui chutar muito bem. Mas estou feliz por ter disputado um título mundial na terra do muay thai, essa experiência me fez crescer como atleta", reflete a lutadora, que perdeu para a tailandesa Tanyaret Jikom, a mesma que foi derrotada na final do ano passado pela brasileira Cristiane Maria, outra aluna do mestre Pako.
"Fiquei muito feliz com o desempenho deles, Vitor entrou no ringue mais confiante, mostrando amadurecimento como pessoa e como lutador, Michele mostrou raça e garra, insistindo em lutar mesmo machucada. Ambos representaram muito bem nossa região e nosso País", aplaude Pako.
Juliana Ferraz
JF Assessoria de Imprensa



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