Adriane Mendes
Dinheiro era proveniente de carga de cigarros contrabandeada do Paraguai; motorista foi preso
As notas e os cheques foram encontrados pela Polícia Rodoviária entre o forro e a lataria da lateral direita da carreta - DIVULGAÇÃO / POLÍCIA RODOVIÁRIA
Por volta das 20h de sábado, policiais do Tático Ostensivo Rodoviário (TOR) da 3ª Companhia do 5º Batalhão de Polícia Rodoviária estavam em fiscalização de rotina no km 208 da Castello Branco, no município de Itatinga, quando deram sinal de parada para o motorista de uma carreta Scania com placas de Votorantim, e durante a vistoria, encontraram R$ 99.900, em dinheiro e mais R$ 3.140, em cheques. Todo montante estava entre o forro e a lataria da lateral direita.
De acordo com a nota de imprensa enviada pela Polícia Rodoviária, o condutor teria admitido que o dinheiro seria procedente de venda de cargas de cigarros vindas do Paraguai, sem arrecadação fiscal. O motorista foi levado para a Delegacia de Plantão de Itatinga, onde foi autuado em flagrante por crime de lavagem de dinheiro, sendo encaminhado para o Centro de Detenção Provisória (CDP) de Cerqueira César. O dinheiro e a carreta foram apreendidos.
Mais apreensões
No início da noite de sexta-feira (05), em torno das 18h30, dois homens foram presos no km 74 da rodovia Castello Branco, em Itu, com 15 mil maços de cigarros. A abordagem aconteceu na passagem pelo pedágio, sentido capital. Os acusados foram encaminhados à carceragem da Polícia Federal em São Paulo.
Duas equipes do Tático Ostensivo Rodoviário (TOR) estavam em patrulhamento na rodovia, quando, por volta das 18h30, uma das viaturas abordou um homem de 46 anos, que estava em um Fiat Elba, com placas de Diadema. Com ele foram encontrados 10 mil maços de cigarros. Suspeitando de outro indivíduo que passava pelo local, um homem de 44 anos que estava num Fiat Palio, com placas de Mauá, a outra viatura o parou e localizou 5 mil pacotes do produto contrabandeado.
Ainda de acordo com a Polícia Rodoviária, aparentemente os dois homens não teriam ligação entre si, mas ambos teriam dito que compraram os produtos em Sorocaba e iam revender em São Paulo. Não informaram o fornecedor.

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