Diversos questionamentos foram levantados pelo vereador Pedro Nunes Filho (PDT) com relação às informações constatadas em uma propaganda da JRA. De acordo com o vereador, o anúncio informa que há uma oportunidade especial aos servidores públicos, o que sugere que existe uma parceria entre a Cohap (empresa pública municipal) e a Construtora JRA (empresa privada).
O vereador afirmou que considera importante que os servidores públicos tenham uma oportunidade para adquirirem a sua moradia própria, mas ressalta que é necessário compreender melhor sobre essa parceria, até mesmo para esclarecer as dúvidas dos servidores.
Dentre os itens abordados incluem; a forma que foi realizada esta parceria, a existência de lei ou outro tipo de ato oficial que autorize a venda de imóveis para funcionários públicos, por particulares, bem como, se a área do terreno do empreendimento UP Residencial Vila Galli que será construído é publico ou particular, os trâmites administrativos e, sobre a possível existência de alguma comissão sobre as vendas e a utilização da logomarca da COHAP em sua propaganda, dentre outras indagações(Req. n° 271/15).
Em seguida também sugeriu que a Administração Municipal para que, entre em contato com o gestor do Hospital Municipal "Dr. Lauro Roberto Fogaça", Instituto Moriah, que recebe determinada verba pública para administrá-lo e exija providências quanto ao tratamento mais humanitário aos munícipes que necessitam passar por atendimento no hospital, principalmente em relação às gestantes, pois, a Casa de Leis recebe ultimamente um número elevado de reclamações referentes à administração daquele hospital.
O vereador recebeu informações de que uma senhora gestante, Tamires Ribeiro de Moura Rabeca de família votorantinense fez regularmente seu pré-natal nas Unidades Básicas de Saúde do Município e demorou tempo para ser atendida, correndo risco da ocorrência de dois óbitos (mãe e bebê) e isso só não ocorreu em virtude uma interferência judicial, que segundo comentários de populares, coincidentemente, no mesmo dia, outra gestante perdeu o seu filho durante o parto.
O parlamentar ressaltou que cada criança ou mãe que morre na maternidade do hospital por falta de atendimento adequado, entende-se que que há uma certa responsabilidade da Administração Municipal e tudo leva a crer que as atitudes tomadas por meio do hospital querem forçar as mães a darem à luz naturalmente, mesmo em caso de urgência, quando há necessidade de uma intervenção cirúrgica, evitando assim, a realização de cesarianas (Req. n° 279/15).
INDICAÇÃO:
Nº 413/15: Recapeamento da Rua Virgilio Gianelli, (travessa da Avenida São João), no Bairro Jardim Icatu.
Assessoria de imprensa
Câmara de Votorantim
O vereador afirmou que considera importante que os servidores públicos tenham uma oportunidade para adquirirem a sua moradia própria, mas ressalta que é necessário compreender melhor sobre essa parceria, até mesmo para esclarecer as dúvidas dos servidores.
Dentre os itens abordados incluem; a forma que foi realizada esta parceria, a existência de lei ou outro tipo de ato oficial que autorize a venda de imóveis para funcionários públicos, por particulares, bem como, se a área do terreno do empreendimento UP Residencial Vila Galli que será construído é publico ou particular, os trâmites administrativos e, sobre a possível existência de alguma comissão sobre as vendas e a utilização da logomarca da COHAP em sua propaganda, dentre outras indagações(Req. n° 271/15).
Em seguida também sugeriu que a Administração Municipal para que, entre em contato com o gestor do Hospital Municipal "Dr. Lauro Roberto Fogaça", Instituto Moriah, que recebe determinada verba pública para administrá-lo e exija providências quanto ao tratamento mais humanitário aos munícipes que necessitam passar por atendimento no hospital, principalmente em relação às gestantes, pois, a Casa de Leis recebe ultimamente um número elevado de reclamações referentes à administração daquele hospital.
O vereador recebeu informações de que uma senhora gestante, Tamires Ribeiro de Moura Rabeca de família votorantinense fez regularmente seu pré-natal nas Unidades Básicas de Saúde do Município e demorou tempo para ser atendida, correndo risco da ocorrência de dois óbitos (mãe e bebê) e isso só não ocorreu em virtude uma interferência judicial, que segundo comentários de populares, coincidentemente, no mesmo dia, outra gestante perdeu o seu filho durante o parto.
O parlamentar ressaltou que cada criança ou mãe que morre na maternidade do hospital por falta de atendimento adequado, entende-se que que há uma certa responsabilidade da Administração Municipal e tudo leva a crer que as atitudes tomadas por meio do hospital querem forçar as mães a darem à luz naturalmente, mesmo em caso de urgência, quando há necessidade de uma intervenção cirúrgica, evitando assim, a realização de cesarianas (Req. n° 279/15).
INDICAÇÃO:
Nº 413/15: Recapeamento da Rua Virgilio Gianelli, (travessa da Avenida São João), no Bairro Jardim Icatu.
Assessoria de imprensa
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