Equipe Pakothai, de Votorantim/ SP, desembarca na Tailândia no próximo dia 15. Vitor Morais e seu mestre, Pako Oliveira, retornam à cidade de Ayutthaya para disputar o 12th Workd Thai Martial Arts Festival. O lutador de 19 anos participou desse campeonato, em 2015, pela pró-profissional, e nocauteou o iraniano Sajjad Huaez Hagaani, conquistando o cinturão da categoria. O bom desempenho o credenciou para a estreia na categoria profissional da competição, no qual sobem ao ringue somente os dez melhores do mundo, de cada peso.
Esse torneio é considerado o mais importante do mundo quando o assunto é muay thai e está prevista a participação de representantes de 64 países. A cerimônia de abertura do mundial acontece em 17 de março, data em que é comemorado o Dia do Muay Thai, arte sagrada para os tailandeses, chamado Nai Kanothon Day. Durante a solenidade, todos os lutadores vestem o traje típico vermelho (foto), os mestres com as maiores graduações (Khan ouro) ficam na primeira fila e os demais lutadores os cumprimentam. Depois dançam o Wai Kru (dança típica tailandesa) em respeito à data. "Essa é uma solenidade muito importante na cultura do país", explica mestre Pako. No dia seguinte, começam as disputas.
Vitor já é veterano em competições na Tailândia. Além da vitória conquistada em março do ano passado, em agosto do mesmo ano, ele venceu por decisão unânime o tailandês Iunglaw Porkondam, pelo Mundial da International Muay Thai Federation, que aconteceu na cidade de Nakronnnyaok.
O jovem competirá na divisão até 70 quilos e, para conquistar o título, precisa disputar um Grande Prêmio (GP) de três lutas. Para se preparar para a competição, o atleta treina duas vezes ao dia, seis vezes na semana. "Preciso estar preparado, apenas os melhores participam desse torneio. Ganhá-lo vai me projetar internacionalmente no muay thai", comenta Vitor.
"O muay thai do Vitor é muito bom, mas para se diferenciar em relação aos outros competidores, em especial os donos da casa, estamos aprimorando seu boxe, com o boxeador Juliano Ramos. Os tailandeses são bons de joelhada e cotovelada, mas na nobre arte não são tão técnicos", revela Pako, que ostenta o prapachiat vermelho e amarelo (graduação máxima) em seu 12º grau e morou durante cinco anos na Tailândia, onde foi preparado por grandes mestres locais.
Pako está confiante em relação ao desempenho de seu pupilo. "Ele é muito frio na hora do combate, consegue pensar antes de aplicar o golpe e isso faz toda a diferença", elogia o mestre, que treina o Vitor há quatro anos. "Desde o primeiro dia que o vi treinar, já percebi que era um talento. Ele é muito disciplinado, evoluiu muito e evoluirá muito mais. Nasceu para lutar, vejo um futuro brilhante para ele", completa.
Juliana Ferraz
JF Assessoria de Imprensa
Esse torneio é considerado o mais importante do mundo quando o assunto é muay thai e está prevista a participação de representantes de 64 países. A cerimônia de abertura do mundial acontece em 17 de março, data em que é comemorado o Dia do Muay Thai, arte sagrada para os tailandeses, chamado Nai Kanothon Day. Durante a solenidade, todos os lutadores vestem o traje típico vermelho (foto), os mestres com as maiores graduações (Khan ouro) ficam na primeira fila e os demais lutadores os cumprimentam. Depois dançam o Wai Kru (dança típica tailandesa) em respeito à data. "Essa é uma solenidade muito importante na cultura do país", explica mestre Pako. No dia seguinte, começam as disputas.
Vitor já é veterano em competições na Tailândia. Além da vitória conquistada em março do ano passado, em agosto do mesmo ano, ele venceu por decisão unânime o tailandês Iunglaw Porkondam, pelo Mundial da International Muay Thai Federation, que aconteceu na cidade de Nakronnnyaok.
O jovem competirá na divisão até 70 quilos e, para conquistar o título, precisa disputar um Grande Prêmio (GP) de três lutas. Para se preparar para a competição, o atleta treina duas vezes ao dia, seis vezes na semana. "Preciso estar preparado, apenas os melhores participam desse torneio. Ganhá-lo vai me projetar internacionalmente no muay thai", comenta Vitor.
"O muay thai do Vitor é muito bom, mas para se diferenciar em relação aos outros competidores, em especial os donos da casa, estamos aprimorando seu boxe, com o boxeador Juliano Ramos. Os tailandeses são bons de joelhada e cotovelada, mas na nobre arte não são tão técnicos", revela Pako, que ostenta o prapachiat vermelho e amarelo (graduação máxima) em seu 12º grau e morou durante cinco anos na Tailândia, onde foi preparado por grandes mestres locais.
Pako está confiante em relação ao desempenho de seu pupilo. "Ele é muito frio na hora do combate, consegue pensar antes de aplicar o golpe e isso faz toda a diferença", elogia o mestre, que treina o Vitor há quatro anos. "Desde o primeiro dia que o vi treinar, já percebi que era um talento. Ele é muito disciplinado, evoluiu muito e evoluirá muito mais. Nasceu para lutar, vejo um futuro brilhante para ele", completa.
Juliana Ferraz
JF Assessoria de Imprensa
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