quarta-feira, 12 de dezembro de 2018

Polícia Civil prende em Votorantim, empresário acusado de mandar matar a filha

Jornal Z Norte

A Polícia Civil prendeu, nesta quarta-feira (12), um empresário acusado de mandar matar a própria filha, no ano de 2001. O homem foi detido na cidade de Votorantim, região de Sorocaba. Ele e o pai, avô da mulher, contrataram um policial militar que, vestido de Papai Noel, atirou contra a vítima, a acertando com três tiros. Ela sobreviveu ao crime. A detenção foi realizada por equipes da Divisão de Vigilância e Capturas.

O mandado de prisão foi decretado nesta terça-feira (11) pela juíza Alessandra Teixeira Miguel, da 1ª Vara do Júri do Foro Central Criminal. O empresário Renato Grembecky Archilla foi condenado por mandar matar a filha, Renata Archilla, em 2001 no caso ficou conhecido à época como “crime do papai noel”. O atirador contratado se vestiu de “papai noel” para abordar a vítima. Ela sobreviveu ao atentado.

O avô da vítima, Nicolau Archilla Galan, foi acusado pelo mesmo crime, mas morreu um ano antes do júri. O empresário pegou 10 anos, 10 meses e 20 dias de prisão em fevereiro na primeira instância por arquitetar o homicídio.

Segundo o promotor Roberto Tardelli, responsável pelo caso, Renata é filha de Renato Grembercky Archilla e teria obtido na Justiça o reconhecimento da paternidade, num processo que havia levado cerca de 10 anos, com vários testes de DNA feitos. Para a acusação, Renato e o pai dele, Nicolau Archilla Galan, contrataram o policial militar José Benedito da Silva para executá-la.

Archilla deve ser transferido nesta terça para capital paulista. Ele vai ser levado ao prédio do Decade, no Centro de São Paulo.

O delegado Osvaldo Nico Gonçalves, diretor do Departamento de Capturas e Delegacias Especializadas (Decade) atenderá a imprensa para divulgar maiores informações.

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Observação: somente um membro deste blog pode postar um comentário.

Ouça a Rádio Votorantim