Jornal Cruzeiro do Sul

Ações educativas e de eliminação dos criadouros são feitas na cidade desde o início do ano. Crédito da Foto: Secom Sorocaba
A Vigilância Epidemiológica de Sorocaba emitiu alerta aos centros de saúde devido a possibilidade do município entrar em período epidêmico de dengue nas próximas semanas. De acordo com o Boletim Epidemiológico, de 1º de abril, o atual momento é considerado como pré-epidêmico, com risco moderado para período epidêmico.
Leia mais Casos de dengue crescem 224% no Brasil entre janeiro e março
O alerta é para que todas as unidades de atendimento à saúde estejam organizadas para garantir atendimento adequado e oportuno a todos os casos suspeitos. A avaliação é baseada na tendência de crescimento de casos observada pelo órgão. De acordo com o documento da Divisão de Vigilância Epidemiológica e Zoonoses, foram 173 casos confirmados em 2019, sendo 145 dos casos contraídos no próprio município, 27 casos importados e 1 caso com Local Provável de Infecção (LPI) indeterminado.
Na comparação com os anos de 2017 e 2018, fica evidente o aumento de casos. Até a semana epidemiológica (SE) 13, em 2017, 2018 e 2019 foram respectivamente 35, 8 e 173 casos de dengue confirmados
A Vigilância acompanha uma curva de tendência, a partir do número de casos da doença em série histórica de 2009 até 2018, sendo excluídos os anos epidêmicos. Nas duas últimas semanas, o órgão observou que a curva dos casos de 2019 apresenta-se acima do limite superior da curva de tendência. De acordo com o boletim, quando a curva ultrapassa o limite superior de casos por quatro semanas consecutivas, considera-se momento epidêmico. Assim, o momento é considerado como pré-epidêmico, com risco moderado para período epidêmico.
Neste ano, os casos estão mais concentrados na região oeste e norte, em especial nas áreas de cobertura Unidade Básica de Saúde (UBS) Nova Esperança e UBS Nova Sorocaba, com atenção para as áreas das UBSs Mineirão, Maria Eugênia e Barão que se apresentam com potencial aumento de casos confirmados pela proximidades com as áreas mais afetadas.
Em relação a chikungunya, foram 13 casos confirmados, sendo 11 autóctones e 2 casos importados, não tendo sido observado aumento significativo dos casos no último mês. Não foi confirmado nenhum caso de Zika vírus. Em relação à febre amarela foram 9 casos notificados, sendo 5 já descartados e 3 casos em investigação. Sendo um caso importado (tendo como local de infecção município de Cajati) confirmado de febre amarela no mês de janeiro.
Ações educativas e de conscientização são realizadas no município para combater o Aedes aegypti. Em fevereiro aconteceu o “Dia D” de combate ao mosquito Um total de 1.180 kg de criadouros foram removidos e 1.709 residências foram visitadas pelo arrastão e bloqueios de casos.
A Vigilância Epidemiológica de Sorocaba emitiu alerta aos centros de saúde devido a possibilidade do município entrar em período epidêmico de dengue nas próximas semanas. De acordo com o Boletim Epidemiológico, de 1º de abril, o atual momento é considerado como pré-epidêmico, com risco moderado para período epidêmico.
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O alerta é para que todas as unidades de atendimento à saúde estejam organizadas para garantir atendimento adequado e oportuno a todos os casos suspeitos. A avaliação é baseada na tendência de crescimento de casos observada pelo órgão. De acordo com o documento da Divisão de Vigilância Epidemiológica e Zoonoses, foram 173 casos confirmados em 2019, sendo 145 dos casos contraídos no próprio município, 27 casos importados e 1 caso com Local Provável de Infecção (LPI) indeterminado.
Na comparação com os anos de 2017 e 2018, fica evidente o aumento de casos. Até a semana epidemiológica (SE) 13, em 2017, 2018 e 2019 foram respectivamente 35, 8 e 173 casos de dengue confirmados
A Vigilância acompanha uma curva de tendência, a partir do número de casos da doença em série histórica de 2009 até 2018, sendo excluídos os anos epidêmicos. Nas duas últimas semanas, o órgão observou que a curva dos casos de 2019 apresenta-se acima do limite superior da curva de tendência. De acordo com o boletim, quando a curva ultrapassa o limite superior de casos por quatro semanas consecutivas, considera-se momento epidêmico. Assim, o momento é considerado como pré-epidêmico, com risco moderado para período epidêmico.
Neste ano, os casos estão mais concentrados na região oeste e norte, em especial nas áreas de cobertura Unidade Básica de Saúde (UBS) Nova Esperança e UBS Nova Sorocaba, com atenção para as áreas das UBSs Mineirão, Maria Eugênia e Barão que se apresentam com potencial aumento de casos confirmados pela proximidades com as áreas mais afetadas.
Em relação a chikungunya, foram 13 casos confirmados, sendo 11 autóctones e 2 casos importados, não tendo sido observado aumento significativo dos casos no último mês. Não foi confirmado nenhum caso de Zika vírus. Em relação à febre amarela foram 9 casos notificados, sendo 5 já descartados e 3 casos em investigação. Sendo um caso importado (tendo como local de infecção município de Cajati) confirmado de febre amarela no mês de janeiro.
Ações educativas e de conscientização são realizadas no município para combater o Aedes aegypti. Em fevereiro aconteceu o “Dia D” de combate ao mosquito Um total de 1.180 kg de criadouros foram removidos e 1.709 residências foram visitadas pelo arrastão e bloqueios de casos.

Além da dengue, o Aedes aegypti também transmite a febre amarela, a zika e a chikungunya. Foto: Luis Robayo/ AFP
Votorantim registrou 39 casos da doença
Votorantim registrou 39 casos confirmados de dengue em 2019. Foram 35 autóctones (contraídos na cidade) e quatro importados. Não houve nenhum óbito. Os bairros com mais casos são a região Central e o Jardim Tatiana. De acordo com o Município, o Centro de Controle de Zoonoses segue com o trabalho de bloqueio nos bairros onde há casos suspeitos e cumpre o protocolo do Ministério da Saúde, além de contar o apoio da população para combater as larvas.
A Secretaria da Saúde alerta que, caso apareçam os sintomas como febre alta, dor de cabeça, dor atrás dos olhos e dores no corpo, a pessoa deve procurar de imediato pela Unidade de Saúde (UBS) mais próxima de sua residência.
No Brasil
O Ministério da Saúde informou que neste ano já foi registrado um aumento de 264,1% dos casos de dengue no país, que passaram de 62,9 mil em 2018 para 229.064 no mesmo período deste ano (até 16 de março). O número de óbitos pela doença também teve aumento, de 67%, sendo grande parte no estado de São Paulo. (Da Redação)
Votorantim registrou 39 casos da doença
Votorantim registrou 39 casos confirmados de dengue em 2019. Foram 35 autóctones (contraídos na cidade) e quatro importados. Não houve nenhum óbito. Os bairros com mais casos são a região Central e o Jardim Tatiana. De acordo com o Município, o Centro de Controle de Zoonoses segue com o trabalho de bloqueio nos bairros onde há casos suspeitos e cumpre o protocolo do Ministério da Saúde, além de contar o apoio da população para combater as larvas.
A Secretaria da Saúde alerta que, caso apareçam os sintomas como febre alta, dor de cabeça, dor atrás dos olhos e dores no corpo, a pessoa deve procurar de imediato pela Unidade de Saúde (UBS) mais próxima de sua residência.
No Brasil
O Ministério da Saúde informou que neste ano já foi registrado um aumento de 264,1% dos casos de dengue no país, que passaram de 62,9 mil em 2018 para 229.064 no mesmo período deste ano (até 16 de março). O número de óbitos pela doença também teve aumento, de 67%, sendo grande parte no estado de São Paulo. (Da Redação)
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