Notícia publicada na edição de 18/12/2011 do Jornal Cruzeiro do Sul, na página 1 do caderno Caderno de Domingo
Giuliano Bonamim
O visual de quem navega pela represa de Itupararanga contempla trechos de mata preservada, áreas agrícolas e até criação de gado. Mas o que chama a atenção é a quantidade de residências de médio e alto padrão construídas à margem do espelho d"água.
O valor de terreno varia de acordo com a sua localização. Quanto mais próximo da água, maior a quantia a ser desembolsada pelo comprador. Em Ibiúna, uma área de 1 mil metros quadrados localizada em um condomínio fechado chega a custar aproximadamente R$ 50 mil. "Não fica perto da margem, mas há um acesso até a água", diz a vendedora de uma imobiliária da cidade.
Em Votorantim, há um condomínio recheado de casas próximo à barragem de Itupararanga. O que impressiona é o número de 26 píers instalados à margem dos terrenos, quase todos com uma lancha ancorada.
Barcos a motor ou movidos a remo são presença constante pela região, tanto para a lazer quanto para a prática da pesca de traíras, tilápias, lambaris e pacus.
A água passa uma sensação de limpeza. Não há a existência de dejetos flutuantes, como garrafas PET e sacos plásticos. Também não é possível sentir qualquer tipo de cheiro ruim, como o ocasionado pelo esgoto.
As margens da represa, nas proximidades das áreas habitadas, também são usadas para a diversão de moradores da região. Em dias de sol e calor, a água é invadida por banhistas em busca de lazer e refresco.
Esse cotidiano na represa de Itupararanga é vivido há mais de cinco décadas pelo metalúrgico aposentado Manoel Barroso, 76 anos, proprietário de um barco de 5 metros de comprimento batizado de Almirante Barroso. "Nasci e cresci nessa região e vi toda a transformação", diz.
O condutor da embarcação lembra que, durante a sua infância, as margens da represa eram quase totalmente cobertas por árvores. "Não havia casa, plantação, desmatamento", relata.
Barroso diz conhecer os detalhes da bacia de Itupararanga, tanto que já viu de perto exemplares de onças, pacas e veados. As capivaras também são figuras habituais da região e basta caminhar pelas margens desabitadas para flagrar as pegadas e a fezes dos animais.
O comandante faz parte do grupo Caturro Navegantes, formado em Sorocaba por profissionais liberais que buscam o contato com a natureza. Um dos integrantes é Pedro Luiz Almenara, conhecido como Zico, que também costuma navegar pelas águas de Itupararanga. "Fazemos isso por puro prazer", diz.
O valor de terreno varia de acordo com a sua localização. Quanto mais próximo da água, maior a quantia a ser desembolsada pelo comprador. Em Ibiúna, uma área de 1 mil metros quadrados localizada em um condomínio fechado chega a custar aproximadamente R$ 50 mil. "Não fica perto da margem, mas há um acesso até a água", diz a vendedora de uma imobiliária da cidade.
Em Votorantim, há um condomínio recheado de casas próximo à barragem de Itupararanga. O que impressiona é o número de 26 píers instalados à margem dos terrenos, quase todos com uma lancha ancorada.
Barcos a motor ou movidos a remo são presença constante pela região, tanto para a lazer quanto para a prática da pesca de traíras, tilápias, lambaris e pacus.
A água passa uma sensação de limpeza. Não há a existência de dejetos flutuantes, como garrafas PET e sacos plásticos. Também não é possível sentir qualquer tipo de cheiro ruim, como o ocasionado pelo esgoto.
As margens da represa, nas proximidades das áreas habitadas, também são usadas para a diversão de moradores da região. Em dias de sol e calor, a água é invadida por banhistas em busca de lazer e refresco.
Esse cotidiano na represa de Itupararanga é vivido há mais de cinco décadas pelo metalúrgico aposentado Manoel Barroso, 76 anos, proprietário de um barco de 5 metros de comprimento batizado de Almirante Barroso. "Nasci e cresci nessa região e vi toda a transformação", diz.
O condutor da embarcação lembra que, durante a sua infância, as margens da represa eram quase totalmente cobertas por árvores. "Não havia casa, plantação, desmatamento", relata.
Barroso diz conhecer os detalhes da bacia de Itupararanga, tanto que já viu de perto exemplares de onças, pacas e veados. As capivaras também são figuras habituais da região e basta caminhar pelas margens desabitadas para flagrar as pegadas e a fezes dos animais.
O comandante faz parte do grupo Caturro Navegantes, formado em Sorocaba por profissionais liberais que buscam o contato com a natureza. Um dos integrantes é Pedro Luiz Almenara, conhecido como Zico, que também costuma navegar pelas águas de Itupararanga. "Fazemos isso por puro prazer", diz.
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