Notícia publicada na edição de 20/07/13 do Jornal Cruzeiro do Sul, na página 010 do caderno A
Para o CFM, medidas afetam a qualidade dos serviços de saúde
Projetos de capacitação, apoio aos mais
carentes, preparação para os jovens para uma carreira profissional e
mais programas onde envolvam idosos. Essas foram as reivindicações dos
moradores, na Pré-Conferência de Assistência Social, que foram levadas
por representantes de entidades, associações de bairros e lideranças até
a 9ª Conferência Municipal de Assistência Social que aconteceu ontem,
em Votorantim. O objetivo do evento era levar a participação social e
elaborar propostas de melhorias na aplicação dos cofinanciamentos com
mais autonomia de acordo com as necessidades locais.
Os trabalhos durante a conferência foram divididos em grupos de acordo
com os eixos temáticos definidos para a Conferência. Entre eles: O
cofinanciamento obrigatório da Assistência Social, Gestão do Suas:
vigilância socioassistencial, processo de planejamento, monitoramento e
avaliação, Gestão do trabalho, Gestão dos serviços, programas e
projetos, Gestão dos benefícios do Suas, Regionalização.
A assistente social da Secretaria da Cidadania e Geração de Renda
(Seci), Julieta Camargo, afirma que outra importância da conferência é
discutir sobre o Suas. "Muitas pessoas ainda não são direcionadas a
procurar o Serviço Único da Assistência Social (Suas). É um sistema que
acaba de completar dois anos, composto pelo poder público e sociedade
civil, que participam diretamente do processo de gestão compartilhada.
Com a conferência buscamos a efetivação dele no município e sanar os
problemas discutidos na pré-conferência", diz a assistente.
O Suas organiza as ações da assistência social em dois tipos. A primeira
é a Proteção Social Básica, destinada à prevenção de riscos sociais e
pessoais, por meio da oferta de programas, projetos, serviços e
benefícios a indivíduos e famílias em situação de vulnerabilidade
social. A segunda é a Proteção Social Especial, destinada a famílias e
indivíduos que já se encontram em situação de risco e que tiveram seus
direitos violados por ocorrência de abandono, maus-tratos, abuso sexual,
uso de drogas, entre outros aspectos.
As propostas elaboradas pelos participantes da etapa municipal foram
encaminhadas para as Conferências em nível estadual e federal que serão
realizadas ainda este ano para novas discussões democráticas.

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