Fernando Guimarães
Renata é especializada em farmácia hospitalar e destaca a importância da dedicação à profissão - EMÍDIO MARQUES
Hoje é o Dia do Farmacêutico. E há muito para se comemorar segundo os profissionais da área, já que, cada vez mais ganham espaço no segmento e começam a ter a imagem dissociada da dos médicos. Até há algum tempo, os farmacêuticos eram confundidos com médicos e, por vezes, chamados de doutores. Hoje, eles podem prestar o atendimento farmacêutico e orientar o paciente sobre os remédios indicados pelo médico e, de certa forma, prescrever medicamentos que não tenham tarja, caso dos psicotrópicos, antibióticos e antiinflamatórios, aos quais há um controle da Vigilância Sanitária e só podem ser comercializados mediante receita médica. As pessoas veem atualmente o profissional como aquele que finalizará um atendimento médico, que lhe dará a segurança necessária para fazer o tratamento.
Farmacêuticos são encontrados em diversos lugares, mas os mais comuns são nas farmácias e hospitais. No entanto, atuam em outros setores, como nas indústrias de alimentos e cosméticos. Para quem não conhece, as atividades e responsabilidades dos farmacêuticos variam conforme o ambiente em que atuam, de acordo com as empresas para as quais trabalham. Como exemplo, profissionais que trabalham em farmácia e hospital. A diferença está no atendimento direto ao paciente (cliente). A corresponsável técnica pela farmácia do Hospital Unimed de Sorocaba, Luiza Akemi, de 26 anos, formada em 2010, está no hospital desde 2009, afirma que, geralmente, os farmacêuticos que atuam nos hospitais não mantêm um contato contínuo com os pacientes como ocorre nas farmácias, mas lembra que esse profissional faz a diferença no momento em que a pessoa recebe alta: "A assistência farmacêutica é importante para o paciente aderir ao tratamento".
Em Votorantim, a farmacêutica Renata Lolo Haro, de 36 anos, é a responsável técnica da farmácia no Hospital Santo Antônio, onde trabalha há onze anos. Formou-se na primeira turma da Universidade Paulista (Unip) de Sorocaba em Farmácia e Bioquímica e tem especialização em farmácia hospitalar. Ela concorda com a afirmação de Luiza e afirma que o farmacêutico no hospital é como um profissional três em um, pois tem de cuidar da parte técnica, administrativa e assistencial: "É dedicação total, ou melhor, tem de ter uma superdose de dedicação", faz o trocadilho. Trabalha das 7h às 17h, de segunda a sexta-feira. Aos finais de semana, mantém um padrão de operação com tudo o que é necessário para servir aos pacientes. Mas, se é necessário fazer contato com ela, o canal é direto e não importa qual seja a hora, Renata tem de prestar a assistência ao hospital.
Tempo integral
O trabalho é de segunda a sexta-feira, mas a dedicação é 24 horas: "Fico à disposição do hospital o tempo todo. Só nos chamam quando é necessário mesmo", afirma a farmacêutica e bioquímica Carolina Clarice Rodrigues Costa, de 34 anos, que, em 5 de janeiro, completou um ano no cargo de responsável técnica do Hospital Samaritano, onde gerencia as farmácias, o almoxarifado e os materiais consignados. É formada pela Unip de São Paulo há 14 anos e, há dois anos, está morando em Votorantim. Geralmente, os hospitais atuam com mais de uma farmácia, tais como centro obstétrico, centro cirúrgico e farmácia central. A Unimed em Sorocaba tem também day clinic. Mas, além disso, Luiza e a farmacêutica Francine Borin, de 35 anos, formada há 13 anos pela Unip Sorocaba em Farmácia e Bioquímica, cuidam também do setor quimioterápico.
Trabalham na Unimed seis farmacêuticos, incluindo a responsável técnica. Luiza cresceu em um ambiente praticamente farmacêutico, já que o pai dela é proprietário de uma drogaria em Capela do Alto. Ela tentou fazer medicina, mas descobriu que gostava mesmo de farmácia. Estudou e formou-se no curso, mas nunca trabalhou com o pai, migrando direto para o hospital, onde iniciou a carreira como estagiária. Francine iria estudar medicina, com especialização em ginecologia, mas estudou durante um ano e não conseguiu passar no curso, optando por fazer farmácia. Ao contrário de Luiza, Francine trabalhou em outros hospitais e em farmácias. As duas gostam do que fazem e não pretendem mudar de área.
Carolina Clarice fez durante três anos iniciação científica, depois foi para drogaria e, por fim, hospital: "Era meu sonho trabalhar em hospital", conta. Apesar de atualmente ocupar-se mais com a parte administrativa e de dispensação de medicamentos no Hospital Samaritano, Carolina lembra que ela e outros dois farmacêuticos fazem o trabalho de orientação de alta hospitalar junto aos pacientes. O sistema de recebimento dos medicamentos até a dispensação passa por um controle rigoroso e detalhado: "Aqui, lidamos com vidas humanas", comenta, mostrando as dependências da farmácia central.
Nas farmácias
O farmacêutico tem as mesmas responsabilidades de controlar a dispensação de medicamentos, compra, venda e orientação de receitas passadas por médicos. "Já trabalhei em consultório e hospital, mas gosto mais do atendimento direto ao público. Gosto de orientar e explicar como a pessoa deve utilizar os medicamentos, inclusive sobre antibióticos que, muitas vezes, as pessoas acham que só cinco dias é o suficiente, ao contrário do que indica o médico, de, no mínimo sete dias. Tem de fazer direitinho, senão a bactéria, por exemplo, fica fortalecida", comenta a farmacêutica Carla Cristina Santos, de 40 anos, completados no sábado passado. Formada há dois anos, ela já tem experiência na área da saúde há 12 anos. Atualmente, trabalha na rede Farmamed em Sorocaba.
Em outra rede, na Farmaponte, o farmacêutico e gerente de marketing e treinamento, Ricardo Silveira Leite, de 37 anos, é responsável por cerca de duzentos farmacêuticos de toda a rede. Formado em 1999, Ricardo afirma que hoje o profissional está mais valorizado, em especial, pelos médicos, que reconhecem o trabalho do farmacêutico no atendimento aos pacientes, tão importante quanto a consulta. Lembra que o farmacêutico pode, entre outras coisas, aferir a pressão arterial, fazer o teste de glicemia e indicar medicamentos, como analgésicos ou aspirinas, de acordo com o sintoma reclamado pelo paciente. "Não podemos diagnosticar o problema, mas podemos orientar as pessoas a procurarem médicos específicos", afirma.
Com experiências amplas e variadas, os farmacêuticos são profissionais essenciais para reforçar a confiança do paciente para que cumpra aquilo que foi determinado pelo médico. As farmácias e hospitais trabalham com remédios de referência, genéricos e similares e, em um ou outro ambiente, são imprescindíveis por garantir a boa recuperação dos pacientes diagnosticados e assistidos pelos médicos.
Profissionais têm mercado de trabalho bastante amplo e diversificado
Com um mercado bastante amplo, o profissional do curso de Farmácia tem boas opções de trabalho. Atualmente, em Sorocaba, duas universidades oferecem o curso: a Universidade de Sorocaba (Uniso) e a Universidade Paulista (Unip). O piso salarial do profissional farmacêutico para o ano de 2014 para as áreas privativas de atuação, como o setor de dispensação de medicamentos, envolvendo a responsabilidade técnica em drogarias ou farmácias de manipulação, foi de R$ 2.460, mas há acréscimos conforme a responsabilidade na produção industrial dos medicamentos. Para as áreas de atuação não privativas do farmacêutico, como a responsabilidade em laboratório de análises clínicas ou toxicológicas, o piso foi de R$ 1.950, sendo todos regulamentados pelo Sindicato dos Farmacêuticos no Estado de São Paulo (Sinfar). As informações são da coordenadora do curso de Farmácia da Uniso, professora Magali Glauzer Silva.
O curso de Farmácia existe na Uniso desde 1998, sendo a primeira turma formada em 2004. Durante sua história, o curso formou 515 estudantes. Hoje, aproximadamente 30 farmacêuticos são graduados pela universidade e entram para o mercado de trabalho. De acordo com a professora, o mercado é bastante amplo. "O profissional deverá possuir capacitação técnica e habilidades para uma atuação ética e responsável em todos os níveis de atenção à saúde, incluindo a relação com o paciente (cliente) e a comunidade. O farmacêutico poderá exercer suas atividades profissionais em farmácias (drogarias, de manipulação, de homeopatia, ervanárias, fitoterápicas e hospitalares); laboratórios (de pesquisa, análises clínicas e toxicológicas); indústrias (de medicamentos, cosméticos, alimentos e domissaneantes); nos setores de pesquisa e desenvolvimento; órgãos e laboratórios que praticam extração, purificação e controle de qualidade de insumos farmacêuticos de origem animal, mineral ou vegetal; magistério superior; órgãos de regulamentação, fiscalização do exercício profissional, entre outras", afirma.
Na prática, o farmacêutico atua como responsável na produção industrial, transporte, distribuição e dispensação dos medicamentos em instituições públicas e privadas, sendo essas áreas privativas para seu âmbito, ou seja, é o único profissional capaz para assumir tais atividades. Sua formação generalista lhe garante as condições técnicas para desempenhar suas responsabilidades também nas indústrias de cosméticos, alimentos, produtos biológicos e veterinários, em toda a cadeia de controle de qualidade físico-químico, microbiológico e bromatológico e em laboratórios de análises clínicas e toxicológicas.
Considerando as farmácias como principal área de atuação dos profissionais, atualmente a profissão encontra-se em importante fase de ampliação de suas responsabilidades, dentre os serviços farmacêuticos oferecidos pelas farmácias está o de atenção farmacêutica, que envolve além das orientações pertinentes ao uso dos medicamentos, o segmento farmacoterapêutico (acompanhamento do tratamento) e a prescrição farmacêutica, alopática ou homeopática, conforme os critérios indicados pela legislação profissional. (F.G.)
Farmacêuticos são encontrados em diversos lugares, mas os mais comuns são nas farmácias e hospitais. No entanto, atuam em outros setores, como nas indústrias de alimentos e cosméticos. Para quem não conhece, as atividades e responsabilidades dos farmacêuticos variam conforme o ambiente em que atuam, de acordo com as empresas para as quais trabalham. Como exemplo, profissionais que trabalham em farmácia e hospital. A diferença está no atendimento direto ao paciente (cliente). A corresponsável técnica pela farmácia do Hospital Unimed de Sorocaba, Luiza Akemi, de 26 anos, formada em 2010, está no hospital desde 2009, afirma que, geralmente, os farmacêuticos que atuam nos hospitais não mantêm um contato contínuo com os pacientes como ocorre nas farmácias, mas lembra que esse profissional faz a diferença no momento em que a pessoa recebe alta: "A assistência farmacêutica é importante para o paciente aderir ao tratamento".
Em Votorantim, a farmacêutica Renata Lolo Haro, de 36 anos, é a responsável técnica da farmácia no Hospital Santo Antônio, onde trabalha há onze anos. Formou-se na primeira turma da Universidade Paulista (Unip) de Sorocaba em Farmácia e Bioquímica e tem especialização em farmácia hospitalar. Ela concorda com a afirmação de Luiza e afirma que o farmacêutico no hospital é como um profissional três em um, pois tem de cuidar da parte técnica, administrativa e assistencial: "É dedicação total, ou melhor, tem de ter uma superdose de dedicação", faz o trocadilho. Trabalha das 7h às 17h, de segunda a sexta-feira. Aos finais de semana, mantém um padrão de operação com tudo o que é necessário para servir aos pacientes. Mas, se é necessário fazer contato com ela, o canal é direto e não importa qual seja a hora, Renata tem de prestar a assistência ao hospital.
Tempo integral
O trabalho é de segunda a sexta-feira, mas a dedicação é 24 horas: "Fico à disposição do hospital o tempo todo. Só nos chamam quando é necessário mesmo", afirma a farmacêutica e bioquímica Carolina Clarice Rodrigues Costa, de 34 anos, que, em 5 de janeiro, completou um ano no cargo de responsável técnica do Hospital Samaritano, onde gerencia as farmácias, o almoxarifado e os materiais consignados. É formada pela Unip de São Paulo há 14 anos e, há dois anos, está morando em Votorantim. Geralmente, os hospitais atuam com mais de uma farmácia, tais como centro obstétrico, centro cirúrgico e farmácia central. A Unimed em Sorocaba tem também day clinic. Mas, além disso, Luiza e a farmacêutica Francine Borin, de 35 anos, formada há 13 anos pela Unip Sorocaba em Farmácia e Bioquímica, cuidam também do setor quimioterápico.
Trabalham na Unimed seis farmacêuticos, incluindo a responsável técnica. Luiza cresceu em um ambiente praticamente farmacêutico, já que o pai dela é proprietário de uma drogaria em Capela do Alto. Ela tentou fazer medicina, mas descobriu que gostava mesmo de farmácia. Estudou e formou-se no curso, mas nunca trabalhou com o pai, migrando direto para o hospital, onde iniciou a carreira como estagiária. Francine iria estudar medicina, com especialização em ginecologia, mas estudou durante um ano e não conseguiu passar no curso, optando por fazer farmácia. Ao contrário de Luiza, Francine trabalhou em outros hospitais e em farmácias. As duas gostam do que fazem e não pretendem mudar de área.
Carolina Clarice fez durante três anos iniciação científica, depois foi para drogaria e, por fim, hospital: "Era meu sonho trabalhar em hospital", conta. Apesar de atualmente ocupar-se mais com a parte administrativa e de dispensação de medicamentos no Hospital Samaritano, Carolina lembra que ela e outros dois farmacêuticos fazem o trabalho de orientação de alta hospitalar junto aos pacientes. O sistema de recebimento dos medicamentos até a dispensação passa por um controle rigoroso e detalhado: "Aqui, lidamos com vidas humanas", comenta, mostrando as dependências da farmácia central.
Nas farmácias
O farmacêutico tem as mesmas responsabilidades de controlar a dispensação de medicamentos, compra, venda e orientação de receitas passadas por médicos. "Já trabalhei em consultório e hospital, mas gosto mais do atendimento direto ao público. Gosto de orientar e explicar como a pessoa deve utilizar os medicamentos, inclusive sobre antibióticos que, muitas vezes, as pessoas acham que só cinco dias é o suficiente, ao contrário do que indica o médico, de, no mínimo sete dias. Tem de fazer direitinho, senão a bactéria, por exemplo, fica fortalecida", comenta a farmacêutica Carla Cristina Santos, de 40 anos, completados no sábado passado. Formada há dois anos, ela já tem experiência na área da saúde há 12 anos. Atualmente, trabalha na rede Farmamed em Sorocaba.
Em outra rede, na Farmaponte, o farmacêutico e gerente de marketing e treinamento, Ricardo Silveira Leite, de 37 anos, é responsável por cerca de duzentos farmacêuticos de toda a rede. Formado em 1999, Ricardo afirma que hoje o profissional está mais valorizado, em especial, pelos médicos, que reconhecem o trabalho do farmacêutico no atendimento aos pacientes, tão importante quanto a consulta. Lembra que o farmacêutico pode, entre outras coisas, aferir a pressão arterial, fazer o teste de glicemia e indicar medicamentos, como analgésicos ou aspirinas, de acordo com o sintoma reclamado pelo paciente. "Não podemos diagnosticar o problema, mas podemos orientar as pessoas a procurarem médicos específicos", afirma.
Com experiências amplas e variadas, os farmacêuticos são profissionais essenciais para reforçar a confiança do paciente para que cumpra aquilo que foi determinado pelo médico. As farmácias e hospitais trabalham com remédios de referência, genéricos e similares e, em um ou outro ambiente, são imprescindíveis por garantir a boa recuperação dos pacientes diagnosticados e assistidos pelos médicos.
Profissionais têm mercado de trabalho bastante amplo e diversificado
Com um mercado bastante amplo, o profissional do curso de Farmácia tem boas opções de trabalho. Atualmente, em Sorocaba, duas universidades oferecem o curso: a Universidade de Sorocaba (Uniso) e a Universidade Paulista (Unip). O piso salarial do profissional farmacêutico para o ano de 2014 para as áreas privativas de atuação, como o setor de dispensação de medicamentos, envolvendo a responsabilidade técnica em drogarias ou farmácias de manipulação, foi de R$ 2.460, mas há acréscimos conforme a responsabilidade na produção industrial dos medicamentos. Para as áreas de atuação não privativas do farmacêutico, como a responsabilidade em laboratório de análises clínicas ou toxicológicas, o piso foi de R$ 1.950, sendo todos regulamentados pelo Sindicato dos Farmacêuticos no Estado de São Paulo (Sinfar). As informações são da coordenadora do curso de Farmácia da Uniso, professora Magali Glauzer Silva.
O curso de Farmácia existe na Uniso desde 1998, sendo a primeira turma formada em 2004. Durante sua história, o curso formou 515 estudantes. Hoje, aproximadamente 30 farmacêuticos são graduados pela universidade e entram para o mercado de trabalho. De acordo com a professora, o mercado é bastante amplo. "O profissional deverá possuir capacitação técnica e habilidades para uma atuação ética e responsável em todos os níveis de atenção à saúde, incluindo a relação com o paciente (cliente) e a comunidade. O farmacêutico poderá exercer suas atividades profissionais em farmácias (drogarias, de manipulação, de homeopatia, ervanárias, fitoterápicas e hospitalares); laboratórios (de pesquisa, análises clínicas e toxicológicas); indústrias (de medicamentos, cosméticos, alimentos e domissaneantes); nos setores de pesquisa e desenvolvimento; órgãos e laboratórios que praticam extração, purificação e controle de qualidade de insumos farmacêuticos de origem animal, mineral ou vegetal; magistério superior; órgãos de regulamentação, fiscalização do exercício profissional, entre outras", afirma.
Na prática, o farmacêutico atua como responsável na produção industrial, transporte, distribuição e dispensação dos medicamentos em instituições públicas e privadas, sendo essas áreas privativas para seu âmbito, ou seja, é o único profissional capaz para assumir tais atividades. Sua formação generalista lhe garante as condições técnicas para desempenhar suas responsabilidades também nas indústrias de cosméticos, alimentos, produtos biológicos e veterinários, em toda a cadeia de controle de qualidade físico-químico, microbiológico e bromatológico e em laboratórios de análises clínicas e toxicológicas.
Considerando as farmácias como principal área de atuação dos profissionais, atualmente a profissão encontra-se em importante fase de ampliação de suas responsabilidades, dentre os serviços farmacêuticos oferecidos pelas farmácias está o de atenção farmacêutica, que envolve além das orientações pertinentes ao uso dos medicamentos, o segmento farmacoterapêutico (acompanhamento do tratamento) e a prescrição farmacêutica, alopática ou homeopática, conforme os critérios indicados pela legislação profissional. (F.G.)

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